roteiro para pedalar no centro| goiânia

♫ Curumin | Magrela Fever

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Goiânia é muito ingrata com ciclistas: não tem muitas ciclovias disponíveis e as que existem não são muito eficientes, por isso é necessário buscar algumas formas de pedalar por aí e curtir a vida urbana com o máximo de segurança possível. Uma alternativa é ganhar as ruas no domingo, quando o trânsito é bem mais calmo, especialmente no Centro, por conta do comércio fechado. Essa é uma boa oportunidade de apreciar a arquitetura da cidade, além de curtir o vento no rosto, descobrindo casarões antigos e detalhes escondidos pelo tempo. Sempre que o tempo ajuda (a chuva tem atrapalhado um pouco meus planos), saio pedalando por aí de manhã ou no fim da tarde. O astral muda completamente, acho que ajuda a deixar a gente mais zen. Nessa brincadeira, há certos caminhos que acabo fazendo com mais frequência, um deles (bem leve, na verdade, com pouco mais de 9 km totais) eu detalho aqui para quem quiser se aventurar sobre duas rodas. Começaremos e terminaremos na Praça Cívica. Não se esqueça do capacete e do protetor solar 😉

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– Domingo a Praça Cívica é fechada. Aproveite para dar uma pedalada nela. Depois pegue um breve trecho da ciclovia da Dez e vire à esquerda na 24. Tem dois casarões bonitões nessa esquina;

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– siga na 24 até o fim, quando ela faz uma curva e vira a rua 4. Ande apenas um quarteirão e vire à direita na Araguaia;

– desça até o Mutirama e pegue a Av. Contorno. Se seu espírito infantil estiver aflorado, dá até para dar uma curtida nos brinquedos do parque. Toda vez que passo na porta, fico de olho comprido na Montanha Russa inaugurada com a reforma do Mutirama. Acho que dá um caldo!

– Do Mutirama, vire à esquerda na 75 (a do IFG). Ela morre na 68, mas é só dar uma contornada (virando à direita e depois à esquerda) para pegar a 74, mais à frente. se for domingo, o Mercado da 74 não vai estar aberto, mas se você resolver fazer esse passeio em outro dia da semana, inclusive sábado de manhã, vale dar uma parada na Pastelaria do Meu e comer uma das iguarias mais tradicionais da cidade. Delícia, delícia;

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– independentemente do dia da semana, contorne o Mercado e pegue a 57, rua onde a Leide das Neves morava (é possível identificar o local pelo terreno vazio e concretado em meio a casinhas antigas. Por algum motivo, dá um arrepio);

– vire à esquerda na Av. Oeste e novamente à esquerda na 55;

– cruze a Goiás e vire à direita na 60, onde fica a famosa Praça da Cirrose. Essa rua morre na Paranaíba. Faça um leve contorno para cruzá-la e pegue a 6;

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– subindo a 6, quase esquina com a 4, há outro casarão que deve ser destacado. Rosa e bonito, acho que é um dos imóveis antigos mais bem conservados da cidade. Siga reto até a 2 e vire à direita;

– à direita novamente na 8, passando pela rua do lazer;

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– ao chegar na 4, vire à esquerda e suba Tocantins, passando pelo Teatro Goiânia e Vila Cultural. Continue subindo, mas dessa vez pela outra rua lateral do Teatro, a 23. Para cruzar a 3 sem entrar na contramão, é necessário pegar a 31 e depois virar à direita na 29. Assim sai na Alameda dos Buritis;

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– dê uma volta no Parque dos Buritis (um dos meus preferidos da cidade) e um passeio pelo Museu de Arte de Goiânia (MAG), que é lindo e sempre tem alguma coisa interessante;

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– para voltar para o ponto de partida, pegue a Dona Gercina Borges, onde fica o Museu Pedro Ludovico (fica aqui meu protesto de que ele deveria ser aberto aos domingos! É museu, ora. Domingo é o dia que as pessoas têm tempo de visitar! Estendo o protesto ao Zoroastro e ao Museu Antropológico – apesar de que esse último eu entendo fechar porque é ligado à UFG, mas mesmo assim queria que ele funcionasse nos fins de semana).

Bom passeio! 🙂

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