Um café, por favor

♫ John Coltrane | Acknowledgement

Falando de tesourinhos da cidade, é impossível deixar de fora alguns estabelecimentos de Goiânia. Cafés, bares, restaurantes, lanchonetes e lojas fazem tão parte da minha vida quanto em passeio de bike no domingo. É por isso que inauguro hoje uma série de posts sobre meus lugares preferidos, começando pelo cafezinho. Esses posts serão completamente pessoais e entrarão no ar aleatoriamente. Alguns desses locais são famosos clichês, outros nem tanto. De qualquer forma, compartilho com você os habitantes do meu coração. Vamos começar?

Cedo, tarde ou até mesmo à noite, café sempre faz sucesso, seja para acordar, seja para relaxar (vai entender). Mais do que uma bebida, café é estado de espírito. Sair para tomar um café, mesmo que rapidinho, é um evento à parte. Parece que tiramos férias por alguns minutos, recarregamos as energias, e só então voltamos à realidade.

Café é cheiro. Quer sensação mais mágica do que aquele perfume invadindo o ambiente? Por mais simples que seja, já é muito especial. Quando é feito com carinho, com a moagem correta, em cafeteiras requintadas e um lugar aconchegante, como o Ateliê do Grão, tudo parece ainda melhor. Acho que é por isso que elegi o lugar como minha cafeteria preferida na cidade. A paixão é tanta que já virou uma extensão da minha cozinha 😉

A variedade de cafés é enorme. Há grãos, prensagens e moagens diferentes. Tem café quente e gelado, com leite, com sorvete, filtrado, espresso… As tortas também são deliciosas. Dias atrás tive a sorte de topar com uma de maçã que vou te contar. Vou até arriscar fazer uma nesse fim de semana. Para mim, mesmo sendo cafeteria, o Ateliê também é a melhor confeitaria da cidade.

Para os mais consumistas, ainda tem um pequeno empório com vários artigos à venda: cafeteiras, canecas, xícaras, Monin, pimentas diversas etc., além de, claro, vários tipos de grãos (você pode, inclusive, pedir moagens especiais).

Apesar de todas essas qualidades, o que mais me chama para o Atelilê é a sensação de aconchego e tempo infinito. Já passei horas de papo pro ar, folheando uma revista (só revista boa à disposição, inclusive), mexendo no computador, desenhando… Poderia passar minha vida toda morando ali, sentada nas poltronas, vendo o vai e vem da clientela. E como todo lugar bacana, tem um bicicletário na porta para estacionar a magrela.

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 (Fotos: Raisa Ramos)

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