7º dia: já foi ao Pitanga?

♫ Karina Buhr | Plástico bolha

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O Pitanga (Rua 70, 40, Jardim Goiás) é desses lugares que você vai e não vê o tempo passar. Cada canto, cada detalhe é tão cheio de amor que é fácil se apaixonar pelo local. Acho que o fato de tudo ter sido milimetricamente pensado e executado pela dona faz toda a diferença. Bianca Borges é o nome da proprietária, que deve ter praticamente a minha idade. Foi por andanças pela Califórnia, local referência em saúde e medicina holística, que ela teve a ideia de abrir um restaurante de comida natural (eu falo que não tem nada melhor do que uma viagem para pensar a vida!). Chegando no Brasil, ela colocou o sonho em prática e BAM! Criou o melhor restaurante do tipo em Goiânia.

O cardápio já é de encher os olhos: saladas, sanduíches e pratos funcionais são a especialidade da casa. Sempre que vou, peço sanduíche (#vício) e tenho que me segurar para não pedir o mesmo sabor todas as vezes (o de berinjela com abobrinha). Dessa última vez que fui, estava determinada a pedir um recheio novo e fiquei feliz ter sido forte (a foto do meu prato preferido no cardápio não ajudou muito, mas deu certo! rs.). Experimentei um com fatias generosas de copa. Só de lembrar dá vontade de sair correndo para lá. Os sucos também são uma atração à parte: uva verde com água de coco; graviola, mel e linhaça; pitanga com açúcar mascavo são alguns dos meus pedidos preferidos. Mas a lista é longa e ainda não provei tudo!

“Só” essas coisas já valeriam a visita, mas o Pitanga oferece mais: toalhas de pique-nique estendidas no gramado e almofadas gordas, redes debaixo de sombras deliciosas de árvores, cama elástica para adultos (acreditem!), espaço com biblioteca, sofazinhos e até uma feirinha de orgânicos, com alguns produtos à venda. Ir ao restaurante não é apenas uma oportunidade de ter uma boa refeição; é a chance de aproveitar melhor o seu dia, cercado de cor e brisa por todos os lados 😉

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