8º dia: o excêntrico Don Guina

♫ Lobão | Corações psicodélicos

Depois de dar uma pausa nos posts de férias para dar lugar a uma matéria legal que fiz sobre os artistas contemporâneos goianos, volto a relatar minha programação especial de descanso 😉

Quando recebo visitas de fora de Goiânia, existe um lugar que faço questão de levá-las para já causar uma boa impressão: Don Guina (2ª Avenida Radial, 1612, Vila Redenção). Bar mais excêntrico não há. O ambiente é escuro, nos moldes de inferninhos roqueiros que adoro, e a decoração é toda trabalhada nas bugigangas e quinquilharias que Guina, o proprietário motoqueiro, trouxe de suas viagens pelo mundo. Apaixonado por veículos de duas rodas, Guina já percorreu centenas de milhares de quilômetros (isso não é exagero da minha parte) pelo Brasil, América do Sul e chegou até ao México. Pelo caminho, foi recolhendo objetos inusitados, que hoje estão pendurados pelas paredes e teto do estabelecimento. As mesas de azulejo e forros de chita ajudam a compor o lugar. Tudo isso junto dá um ar boêmio latino que é muito legal.

A carta de cervejas especiais é bem interessante, mas há também as opções populares de sempre. Os petiscos são simples e gostosinhos, e a música ambiente, sensacional. Só toca rock, mas dentro do gênero, há de tudo um pouco, desde Pink Floyd a RPM e toda companhia anos 80 da música brasileira. O atendimento é feito pelo próprio Guina, tão excêntrico quanto seu negócio. Não vá esperando o melhor atendimento do mundo (não se pode ter tudo na vida); quem dita às regras é o garçom, no tempo dele, do jeito dele. Chega a ser engraçado. Mas isso não estraga em nada a noite. Continuo sempre levando minhas visitas para lá e o bar continua sempre causando uma boa impressão.

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